Plano de saúde ou plano de doença. Qual sua escolha?

24 de outubro de 2020

Plano de carreira, cesta básica, participação nos lucros, estes são alguns dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores. Mas sabe qual é o mais buscado entre todos? Leia e descubra.

Se você arriscou o palpite “Assistência Médica”, acertou.

Segundo pesquisas realizadas por diversos portais de busca de empregos, mais de 75% dos brasileiros consideram este o benefício mais importante em uma oferta de emprego, bem á frente de outros como vale-alimentação, transporte e outros que buscam capturar e reter talentos em seus quadros de colaboradores.

A assistência médica é um item profundamente valorizado pela empresa e também pelo empregado. No entanto, é muito importante diferenciar se a empresa oferece apenas um serviço de assistência médica ou um plano de saúde.

E na Dana? Você tem um plano de saúde, um benefício de saúde ou plano de doença? Qual a melhor definição?

Preferimos chamar de benefício do que plano, pois está associado a nossa relação de emprego e dura enquanto essa relação se mantém. Um dos nossos maiores desejos é ter acesso a um bom benefício de saúde, seja contratado e pago por nós, ou oferecido pela empresa onde trabalhamos. Mas e a questão de saúde versus doença? Desejamos e precisamos dessa segurança para aquelas situações em que adoecemos.

Veja bem….”situações em que adoecemos”! De fato o nosso desejo por um benefício de saúde trata-se, na verdade, de um plano de doença (para utilizarmos quando estamos doentes). Ou seja, aquilo que conhecemos como plano de saúde, poderia muito facilmente ser chamado de plano de doença.

A partir desta reflexão podemos elaborar a seguinte conclusão: se quisermos ter saúde, não adianta terceirizarmos a responsabilidade para uma empresa de planos de “saúde”. Mais de 50% de nossa saúde depende exclusivamente de nós mesmos! Apenas 10% de nossa saúde é determinada pelo acesso a um plano de “saúde”.

Devemos compreender o benefício de saúde como a combinação da nossa responsabilidade com a própria saúde e o acesso a um sistema de saúde, lembrando que nossa saúde depende de nós mesmos, principalmente da consequência de como nos alimentamos e como nos movimentamos!

Remediação versus Prevenção

A questão principal é por que trabalhar apenas a remediação, se podemos atuar primeiro na promoção de saúde e consequentemente prevenção de doenças?

E essa é a proposta principal da Danamed, trabalhar na promoção da saúde de nossos colaboradores, procurando evitar que fiquem doentes e, quando isso ocorrer, atuar não apenas no tratamento das questões físicas, mas no apoio integral às pessoas e seus familiares para que se recuperem integralmente.

Recente pesquisa de uma multinacional na área de seguros e serviços mostrou que mais de 90% das médias e grandes empresas ofereciam assistência médica aos funcionários entre os itens do pacote de benefícios corporativos, mas, apenas uma pequena minoria, menos de 10%, atuava com ações preventivas e programas de qualidade de vida.

Por que a remediação, e não a prevenção, está o topo da lista das empresas? Porque a prevenção exige persistência e mudanças de hábitos, além da participação efetiva de ambos os lados, empresa e empregado.

De nada adianta a empresa promover campanhas de prevenção e propor e divulgar rotinas para promoção de saúde, se não houver a adesão espontânea e contínua dos colaboradores.

Vamos refletir: um modelo de assistência médica onde não se propagam os hábitos saudáveis e apenas as medidas para remediar um problema já em andamento é um plano de saúde ou um plano de doença?

 

Como mudar esse paradigma?

Focar na promoção de saúde em seu dia a dia. Esse tipo de estratégia exige um planejamento de longo prazo e traz uma série de aspectos positivos, entre eles:

  • Pessoas mais dispostas = melhoria na disposição geral dos funcionários.
  • Menos doenças = menor índice de absenteísmo (ausências do trabalho).
  • Promoção da qualidade de vida e do bem-estar = melhor ambiente de trabalho.
  • Aumento na reputação da empresa no mercado e muito mais.

Empresas que se preocupam com a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar têm mais engajamento e gratidão dos seus profissionais — além dos aspectos positivos citados anteriormente.

 

Como posso participar

É só considerar, no lugar das rotinas sedentárias a adoção de alternativas saudáveis e práticas preventivas.

Que tal adotar e divulgar para seus colegas o que vocë está fazendo e também conversar sobre os programas oferecidos na Dana? Temos vários exemplos de colegas que mudaram seu estilo de vida, perderam peso, pararam de fumar, começaram a praticar atividades físicas, mudaram os habitos alimentares… nossos refeitórios tem opções balanceadas de cardápio e podemos contar com o apoio das nutricionistas.

Seu exemplo pode inspirar outros colegas a adotarem as mesmas práticas, sentindo-se estimulados apenas pela observação dos resultados que você obteve.

Explore as atividades que podem ser aproveitadas em grupo — não são incomuns os grupos de caminhada ou pedalada, por exemplo — e espalhe pela empresa os benefícios em adotar hábitos saudáveis. Sem esquecer de se proteger e usar máscara sempre, claro…

Isso funciona como uma “bola de neve”, que vai agregando novos adeptos e mudando os hábitos de forma permanente em um grupo cada vez maior.

 

Sustentabilidade

Precisamos ter uma relação adulta quanto aos custos. Se seguem subindo a empresa não consegue manter os benefícios oferecidos, e todos perdemos com isto, concorda? Embora exista uma expectativa de que a empresa tem que oferecer tudo e pagar tudo, já vemos que este tipo de situação não se mantém, pois não é… sustentável. Temos que e podemos ajudar, fazer a nossa parte.

É uma conta diferente. Não falamos de gastar menos, mas de gastar melhor e assim, poder gastar menos com remediação. E quanto ela acontecer, acompanhar de perto, ajudar as pessoas, cuidar das pessoas. Esse é o jeito Danamed de fazer. Quem já recebeu este tipo de atenção na Dana sabe a diferença que faz… e como é importante, pois vem quando mais se precisa. Temos exemplos de colegas, procure saber mais.

Ao reduzirmos os custos, a empresa pode investir ainda mais na promoção de qualidade de vida, uma vez que todos estarão fazendo a sua parte para evitar o uso recorrente do benefício de saúde e das ações convencionais de assistência médica.

A lógica é simples: com menos doenças e a promoção de hábitos saudáveis, nosso organismo e a mente têm mais pique para enfrentar os desafios. E, para a Dana, esses benefícios se traduzem em eficiência e também na valorização dos seus recursos humanos.

As vantagens vêm com o tempo, mas podem ser duradouros e se estendem à rotina do trabalho, das relações sociais e familiares, e até do tempo livre.

Algo que deve ser valorizado e disseminado cada vez mais.

A Dana também precisa da sua participação, porque juntos, fazemos o nosso jeito Danamed de cuidar!

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