A palavra é coparticipação, mas pode chamar de corresponsabilidade!

14 de dezembro de 2020

Quem é o dono da Danamed? Se você respondeu a Dana, errou! Os donos do plano de saúde são os funcionários e a empresa, que juntos devem zelar pelo bom uso do benefício e pela saúde de todos: empregados, Dana e Danamed. Vamos contar mais sobre como melhor usar os serviços de manutenção da saúde e qualidade de vida. 

Vamos começar falando sobre um ponto importante e delicado: a coparticipação. Segundo definição da ANS – Agência Nacional de Saúde, a coparticipação é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em saúde.

Esta é a definição do órgão governamental responsável por regulamentar e fiscalizar o sistema de saúde, mas não é a orientação que norteia as ações na Danamed.

Primeiro, temos que entender que ao contrário dos planos disponíveis no mercado, na Danamed não se busca o lucro. É um benefício de saúde na modalidade de auto gestão, ou seja, empresa patrocinadora e os beneficiários são responsáveis pela administração de todos os serviços de atendimento médico, odontológico e hospitalar. Que são destinados exclusivamente aos empregados da Dana e seus dependentes.

Segundo, que nosso conceito de coparticipação no plano de saúde também é um pouco diferente. Nos aspectos financeiros, respeitamos as normas ANS e até não repassamos para os beneficiários em algumas situações, mas o nosso conceito de atendimento e coparticipação vai um pouco além.

Para que coparticipação?
Você já se perguntou porque os planos ou a empresa cobram dos funcionários um valor, sendo que tem muito mais recursos do que eles? Porque a coparticipação é um elemento educativo, como um lembrete e um alerta para a importância do uso responsável e consciente. O extrato das despesas de coparticipação demonstra isto, com a demonstração de quanto cada um pagou, empresa e beneficiário. Como a Empresa e os beneficiários são os donos do processo, juntos devem zelar pelo bom uso de seus recursos, sejam eles financeiros, rede credenciada, serviços oferecidos, qualidade dos prestadores de serviços e tudo mais que possa assegurar bons resultados para a saúde e qualidade de vida, além da viabilidade financeira do serviço para ambas as partes, empresa e beneficiários.

“Nosso conceito de coparticipação é muito mais de corresponsabilidade em tudo que envolve o plano de saúde. A começar que nossa proposta é estimular a adoção de autocuidados, que incluem o funcionário zelar pelo bom uso dos recursos – afinal, são nossos”, explica o médico Dr. Paulo Geraldo Sieczkowski, um dos gestores da Danamed.

Ele orienta que o beneficiário deve ter em vista não apenas o valor que ele paga mensalmente. “É importante perceber que o plano Danamed foi desenvolvido para a manutenção da saúde da equipe de colaboradores da Dana e faz parte de um pacote de benefícios que nem todas as empresas oferecem.”

Atitude de Dono
Para o advogado especializado em gestão de planos de saúde, Christopher Roessler, também um dos gestores Danamed, o beneficiário deve ter em mente que ele também é dono do plano de saúde participa de tudo que envolve o serviço, desde a contribuição financeira, que sempre respeita uma tabela e não passa de 8% do seus rendimentos, até a definição das rotinas de suas consultas, diagnóstico e tratamento, sem esquecer de acompanhar em seu extrato mensal Danamed o descritivo de todas suas despesas já pagas.

“Os únicos que podem conferir se as cobranças efetuadas pelos prestadores de serviços estão corretas são os proprios beneficiários do plano. A equipe de pagamentos apenas faz a quitação das despesas. Quem pode confirmar se o que foi cobrado está correto e foi realmente entregue é a pessoa que esteve no consultório, clínica ou hospital recebendo o tratamento”, exemplifica o gestor.

O conceito adotado é da corresponsabilidade. Tanto a equipe gestora da empresa, quanto o beneficiário, devem zelar pela continuidade dos serviços, uma vez que oferecer um plano de saúde aos empregados não é uma obrigação definida pelas leis trabalhistas, e o governo já oferece a assistência médica do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, este é um benefício que a Dana entende como importante para seus colaboradores e familiares e agrega qualidade de vida aos beneficiários.

Cada um fazendo a sua parte. E cuidar da própria saúde é assunto de cada um
Este cuidado não pode ser terceirizado, concorda? Os médicos e a empresa podem ajudar. Mas quem tem que cuidar de si senão nós mesmos? Dr. Paulo ressalta que o plano de saúde Danamed é para manter as boas condições de saúde do usuário, mas isso depende muito mais dele que da empresa. “De nada adianta fazermos check-ups periódicos e  mantermos campanhas de prevencão à hipertensão, diabetes, obesidade e outras doenças ocasionadas pelo sedentarismo ou hábitos danosos à nossa saúde, se as pessoas continuarem negligenciando aos cuidados mais elementares com sua saúde. O ônus recai sobre todos, o trabalhador ou dependente doente, os demais beneficiários do plano e a empresa, que dividem a conta entre si”, explica o médico.

Apenas para ilustrar, um trabalhador doente ou afastado de suas funções recebe o tratamento e acompanhamento das equipes Danamed até que esteja totalmente reestabelecido. Esse custo total é suportado em sua maior parte pela empresa, mas também pela mensalidade paga por todos e pela parcela de coparticipação do  benefíciário afetado pela doença.

Gastos com saúde: números superlativos
“Temos usuários com contas médicas que ultrapassaram o valor de um milhão de reais ao longo de um ano e meio, sendo que a parcela de coparticipação não ultrapassou os R$ 270 neste período. O aporte de recursos feito pela empresa é que permite saldar estas despesas junto aos prestadores de serviços médicos utilizados por esse usuário”, exemplifica Dr. Paulo e completa: “Quando as despesas com tratamentos médicos são altas, isso dói no bolso do funcionário, mas também dói no bolso da empresa.”

A forma do beneficiário ajudar a gerir os custos do plano de saúde, já que os recursos não são infinitos, é manter suas boas condições de saúde e os custos sob controle, de tal forma que, quando as situações mais críticas ocorrerem, ambos, empresa e funcionário, tenham condições de arcar com as despesas inesperadas. E lembre-se: quando se fala de doença é praticamente impossível fazer um orçamento prévio, já que sempre existe a imprevisibilidade das despesas com tratamentos médicos.

“Quando nosso carro quebra, o mecânico faz um orçamento e sabemos de antemão quanto custará o reparo, e conseguimos programar as despesas. Quando a nossa “máquina” humana apresenta problemas é quase impossível prever quanto custará para recuperar nossa saúde. Mas tem uma prática que vale tanto para o ser humano, quanto para o carro: prevenção.

Gastar melhor
Nem por isso a Danamed economiza nos serviços oferecidos. Entendemos que se tivermos uma atuação forte na manutenção das condições de saúde, poderemos oferecer tratamentos mais eficientes e modernos e, por consequência, mais onerosos, nas situações de doenças crônicas ou inevitáveis, sejam elas causadas por fatores genéticos, ambientais ou degenerativos.

“Não temos como evitar certas doenças como alguns tipos de câncer, doenças cardíacas ou congênitas e até mesmo situações originadas de acidentes, mas para isso devemos estar preparados para oferecer não apenas o tratamento, mas, principalmente, o acompanhamento de profissionais aptos a tornar esta etapa menos dolorosa para o doente e sua família”, explica Dr. Christopher e orienta que existem casos de excessão onde as despesas não são repassadas ao funcionário. “Em algumas situações onde as despesas geradas pelo tratamento são muito elevadas, como as doenças crônicas, casos oncológicos, partos e acidentes com consequências graves, isentamos o funcionário da sua parcela de coparticipação, pois isso geraria ainda mais problemas para o funcionário ou familiar que já está bastante debilitado em sua saúde física, mental e social.” Sempre há uma análise humana, do time de serviço médico, recursos humanos e liderança da Dana. É o jeito Danamed de fazer.

Na próxima edição da Danamed Comunica apresentaremos algumas sugestões de como o beneficiário pode gerenciar seu plano de saúde com responsabilidade e boa qualidade de vida. Tem alguma sugestão? Envie para nós para [email protected] 

Fale agora conosco!